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sexta-feira, 29 de abril de 2016

GUERRA CIVIL: A RELAÇÃO ENTRE O FILME E OS QUADRINHOS E UM POUCO DE FILOSOFIA DO DIREITO


                       
Embora, a princípio, buscando-se um bem comum, não é raro vermos os heróis dos quadrinhos entrando em conflito entre si por diversos motivos, em razão dos vários pontos de vistas ou quando manipulados por algum super vilão.

                        
Mas, a série guerra civil da Marvel, cuja versão chega nesse final de semana aos cinemas, trás um dos temas mais interessantes já trabalhados nesse segmento.

Nos quadrinhos tudo começou em razão de um acidente gerado por um grupo de heróis chamados novos guerreiros que participava de um reality show e na luta contra alguns vilões gera uma explosão próxima a uma escola matando mais de 800 pessoas.

Essa tragédia leva o Congresso a debater uma lei de registro de atividades super-humanas, proibindo toda ação realizada por mascarados, os quais devem ser cadastrados e submetidos a treinamento e ordens do governo.

Isso acaba levando a uma divisão em meio à comunidade, pois alguns são a favor buscando o apoio e a legitimidade por parte da sociedade, como o Homem de Ferro, enquanto que outros são contra, defendendo a identidade secreta para proteger entes queridos e manter certa independência.


No filme, tal medida também é debatida, mas como o universo cinematográfico ainda não conta com um número tão grande de heróis uniformizados, o conflito ganha reforço com a caça ao Bucky, atual Soldado Invernal, ex parceiro do Capitão.

E tudo isso leva a grande questão: Para ser justo, basta aplicar a lei? Ou Justiça se confunde com legalidade?

No artigo “A Justiça é um prato que se come frio” publicado em 2012 no livro quadrinhos e transdisciplinariedade enfrentei esses conceitos analisando várias histórias e podemos concluir que a resposta não é tão simples, pois o tema é bem divergente.


Num modelo positivista, as coisas se confundem um pouco mesmo e muitos tratam a Justiça como o respeito às leis. Porém, e se essas leis venham atender interesses escusos? Não haveria um conceito anterior de Justiça a se observar? As atrocidades realizadas pela Alemanha Nazista eram amparadas por leis. Elas eram justas?


Por isso, o Capitão América luta em nome de conceitos maiores como Patriotismo, companheirismo, lealdade, enquanto que Tony Stark está tentando agir conforme a lei, visando um bem maior, dar à sociedade maior transparência sobre suas próprias ações.

E então? Quem está certo? Ou melhor, de que lado você está?


 Bom filme e boa leitura!



quarta-feira, 27 de abril de 2016

Quadrinhos Grátis na Internet - Parte VI

Olá Pessoal!


Segue a SEXTA postagem sobre vários sites que disponibilizam acesso e/ou download grátis de histórias em quadrinhos.

Como já mencionado em postagem anterior pelo nosso colunista Luciano Filizola, esta semana trago a CAPA COMICS.

Como eles mesmos se definem "um coletivo de histórias em quadrinhos da Baixada Fluminense formado em 2013". Uma história melhor que a outra! Um gibi melhor que o outro!


Abraços





segunda-feira, 25 de abril de 2016

Quadrinhos Grátis na Internet - Parte V

Olá Pessoal!

Segue a QUINTA postagem sobre vários sites que disponibilizam acesso e/ou download grátis de histórias em quadrinhos.

Chegou a hora da TURMA DA MÔNICA! :)

Leia histórias da Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, Bidu e toda a turma!

Abraços

sábado, 23 de abril de 2016

CONTOS – Volume I de PAULO CHACON

Olá Pessoal!

É com grande satisfação que apresentamos o trabalho do nosso amigo e desenhista PAULO CHACON.

Trata-se de uma leitura IMPERDÍVEL para os fãs das HQs.

CONTOS – VOLUME I: A guerra, a morte e a noite... a Companhia de Quadrinhos Independentes tem a honra de apresentar o seu primeiro encadernado, CONTOS – Volume I, reunindo as HQs Até o Fim, De Olhos Fechados e O Morcego. 

Em Até o Fim acompanhamos um soldado alemão em seus últimos dias de guerra, marcado por lembranças e esperançoso em sobreviver ao fim do conflito. 

Já em De Olhos Fechados temos seis mini contos apresentando o encontro do homem com sua única certeza: A Morte

E por fim, em O Morcego, acompanhamos o voo noturno na cidade dos homens de uma das criaturas mais temidas da noite. Tudo isto nos roteiros e desenhos de Paulo Chacon, ilustrador do elogiadíssimo livro de poesias O reVerso do Morcego, de Jorge Ventura. 

CONTOS – Volume I, Companhia dos Quadrinhos Independentes 2016. 

Produção executiva: Guilherme Albuquerque e Jorge Ventura. 
Apoio: Estruturando Ideias e Reboot. 
Realização: Mind The Gap.
Vendas: LIVRARIA PREFÁCIO, Rua Voluntários da Pátria, 39, Botafogo – RJ. 
Tel: 21 2527-5699 / 2527-8843 
ou 
pelo site da CQI: ciadequadrinhosindependentes.blogspot.com.br


sexta-feira, 22 de abril de 2016

22 de abril - Dia da Terra

Olá Pessoal!

Hoje, em homenagem ao Dia da Terra, o Cine Gibi da Turma da Mônica apresenta "Um Plano para Salvar o Planeta"

Divirtam-se e aprendam! :)



Z DE ZELITO OU DE ZICA? CONTEMPORANIEDADE E A REVOLTA DA VACINA.


“Ele reuniu seus 85 homens e mandou-os percorrer quintais, jardins, porões, lacrar caixas d´água...perseguindo mosquitos...”

Esse trecho poderia estampar qualquer reportagem sobre o atual combate à epidemia de zica vírus e ao mosquito transmissor, mas na verdade é retirado de uma publicação carioca do início do século e trata das medidas implementadas por Oswaldo Cruz para combater a febre amarela.

Tal período é bem retratado na obra “Z de Zelito” de André Diniz que narra a história de um jovem sonhador que foge das restrições do pai em Fortaleza para chegar num Rio de Janeiro tomado pela revolução urbanística de Pereira Passos e Sanitária que acaba desembocando na Revolta da Vacina, quando a população começa a se rebelar contra a vacinação compulsória imposta por Rodrigues Alves em 1904.

A trama é muito bem construída tendo como principal eixo narrativo a tentativa de autoafirmação e ascensão profissional do protagonista que tenta um emprego como cartunista na Capital enquanto vivencia o caos urbano instaurado na cidade.

Mais uma vez Dinis trabalha fatos históricos de maneira lúdica e dinâmica, sem cair no chato pedagógico. A obra dá margem à grandes possibilidades de trabalho transdisciplinar, como análise de texto, história, ciências, geografia (êxodo rural) e questões sanitárias, cabe apenas ao profissional a criatividade em explorar o rico material.

Boa leitura!


quinta-feira, 21 de abril de 2016

SUGESTÃO DE LIVRO: Quadrinhos na Educação - Da Rejeição À Prática

Olá Pessoal!

Aqui vai mais uma sugestão de livro relacionado a Educação e Quadrinhos:


Quadrinhos na Educação - Da Rejeição À Prática


Autores: Paulo Ramos (Org.) e Waldomiro Vergueiro (Org.)


Editora Contexto


Descrição do Livro (de acordo com a Editora): 


A inclusão das histórias em quadrinhos no ensino educacional brasileiro já é um fato. O desafio é compreender sua linguagem e explorar adequadamente suas possibilidades. Em Quadrinhos na educação, Waldomiro Vergueiro e Paulo Ramos fornecem ferramentas para a compreensão dessa rica linguagem e a utilização didática dela. 



O livro apresenta caminhos que podem ser trilhados por professores e alunos em sala de aula, a partir das obras em quadrinhos incluídas pelo governo na lista do PNBE. Elas são agrupadas em áreas e/ou gêneros afins - biografias, literatura em quadrinhos, mangás, quadrinhos infantis, quadrinhos de aventura, humor - e trabalhadas em suas peculiaridades temáticas e históricas, bem como aproximando, de forma prática, as publicações da realidade de sala de aula.


Abraços