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segunda-feira, 26 de junho de 2017

IMPERDÍVEL! AMAZÔNIA EM QUADRINHOS – LENDAS DO NOSSO FOLCLORE EM HQ ONLINE

Olá Pessoal!

Recentemente, me deparei com a publicação "AMAZÔNIA EM QUADRINHOS – LENDAS DO NOSSO FOLCLORE EM HQ ONLINE" enquanto pesquisava sobre o assunto na internet.

Lendo o material vi que a AP Quadrinhos lançou em 2012 uma HQ online com 3 histórias do folclore amazônico, contadas sob a ótica de jovens talentos do Amapá.

Trata-se de uma leitura IMPERDÍVEL!

Para acessar a HQ online CLIQUE AQUI.



segunda-feira, 5 de junho de 2017

HQ "O Jabuti Resiste" conta a luta do povo Munduruku contra Hidrelétrica

Olá Pessoal!

O Greenpeace através da HQ "O Jabuti Resiste" conta luta do povo Munduruku, que vive às margens do Rio Tapajós, contra a construção de Hidrelétrica.

Para ler a HQ basta clicar AQUI!

Abraços

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Oportunidade de publicação!


Editora Draco procura autores para lançar a coletânea Delirium Tremens de Edgar Allan Poe, uma publicação em quadrinhos baseada na obra deste mestre da literatura norte-americana.
A ideia do título é misturar as HQs com uma “nova pegada de horror”, ou seja, roupagens mais assustadoras e macabras – e não adaptações fiéis. Assim, é possível misturar as tramas com outros gêneros e subgêneros, como ficção científica, fantasia, cyberpunksteampunk etc. A história pode ser ambientada no Brasil, com mais elementos para os leitores se identificarem.
Quadrinhistas (roteiro + arte), duplas de criação (roteiristas + ilustradores) e artistas solo (ilustradores ou roteiristas) podem participar. Confira outras informações no blog da editora.
O prazo é até 6 de setembro de 2017!

sábado, 13 de maio de 2017

E MATADOURO DE UNICÓRNIOS É TUDO O QUE PEDIMOS


Que é antigo o mórbido interesse humano pela desgraça alheia isso todos sabemos, o que vem se intensificando em razão da mídia e redes sociais que se alimentam da nossa busca pelo grotesco e se retroalimentam criando sentimentos de repulsa e desejo quando o assunto é violência.


Assim como em Abutre, filme de 2014 dirigido por Dan Gilroy e protagonizado por Jahe Gyllenhaal, em que o protagonista descobre como ganhar a vida filmando acidentes e pessoas vítimas de crimes, Juscelino Neco acerta em cheio em seu novo quadrinho “Matadouro de Unicórnios” numa crítica social muito bem humorada sobre como nossas preferências podem induzir valores e escolhas, como definimos o que é sucesso e que meios seriam razoáveis para alcançá-lo.

Sem entregar “spoilers”, de maneira bem plural, situações inusitadas e diálogos bem escritos a história passa pelo dano a uma escultura que precisa ser furtada, mercado editorial, a biografia de um detento e o que é necessário para se tornar um escritor de renome.

Assim, a originalidade começa no título, pois não é um conto de fantasia, pelo contrário, reflete vários problemas bastante reais, pois, embora o Matadouro de Unicórnios seja um livro que apareça na história também nos remete à morte da fantasia, da ingenuidade de que tudo é espontâneo e real.


            Boa leitura!


domingo, 23 de abril de 2017

Reforma Trabalhista em Quadrinhos

Olá Pessoal!

O Ministério Público do Trabalho lançou uma excelente explicação sobre a reforma trabalhista, na forma de quadrinhos.

Tendo em vista um tema complexo que atingirá a todos os trabalhadores trata-se de uma leitura obrigatória para todos nós.

Leia, informe-se, entenda e lute por seus direitos.

Os quadrinhos podem ser lidos no site: http://www.mptemquadrinhos.com.br/pdf/HQ31.pdf




quarta-feira, 5 de abril de 2017

+ de 45.000 acessos

Olá Pessoal!


Esta noite atingimos a marca de  45.000 visitas

Isso nos trás grande alegria e satisfação mas também mostra a responsabilidade que temos em mantê-lo atualizado e trazer informações de relevância.

Por favor, continuem mandando emails com sugestões, notícias, críticas, etc. É a sua participação que faz este blog funcionar.

A todos leitores o nosso MUITO OBRIGADO!

André, Lotufo e Luciano

domingo, 2 de abril de 2017

JUIZ DREDD: AUTORITARISMO, VIOLÊNCIA E UMA FICÇÃO MUITO PRÓXIMA DA REALIDADE


Juiz Dredd é um personagem criado no Reino Unido por John Wagner e Carlos Ezquerra em 1977 e lançado na revista “2000 AD” que vive num futuro próximo em que  a polícia concentra numa mesma função de policiar, acusar, julgar e executar a pena do criminoso no momento da prisão.

Num Estado totalitário que limita as garantias individuais tentando gerir a miséria através de seu sistema penal, temos uma história que seria de ficção científica, mas que em nada se distancia de nossa realidade social.

Infelizmente, policiais que fazem seu próprio julgamento e executam seus suspeitos de forma arbitrária sob a ovação do público que busca seu revanchismo sem questionar que pode ser o próximo não são exclusivos dos quadrinhos.

Uma sociedade repleta de comunidades carentes e um governo dominado por mega corporações cuja única instituição presente é a do braço forte da polícia que possui total liberdade para manter os descontentes sob controle eliminando as possíveis ameaças é um retrato tanto de Mega City 1 como do Brasil.

Isso apenas para destacar o óbvio, sem adentrar na ausência de diálogo e extremo positivismo de todas as decisões, em que a lei é rígida e imperativa, não se flexionando conforme o caso, ainda que amparado por critérios de bom senso e justiça.

Em Juiz Dredd Megazine 18 lançado aqui pela Editora Mithos vemos uma história originalmente lançada em 2001 e escrita por Alan Grant em que o Juiz ao prender um usuário de drogas e ao conduzi-lo até sua casa para inspeção descobre um laboratório de Granja, droga semelhante à maconha, que era cultivada por assistentes sociais para fabricação de remédio para 2 milhões de portadores de DGM, uma doença que paralisa a pessoa e causa muitas dores e que não possuíam condições de adquirir os medicamentos necessários. Logicamente não houve diálogo, mas apenas a mera aplicação da lei e a prisão de todos em cubos por períodos de 1 a 15 anos. Ao menos ninguém foi executado, além dos 2 milhões de doentes que ficarão sem seu remédio.

Assim, enquanto policiais/juízes continuam com seus arbítrios, julgando e aplicando sua própria lei, tanto nos quadrinhos como na vida real, nos satisfazemos com a resposta punitiva que apenas castiga sem ao menos questionar como chegamos a esse ponto, em que a vida vale tão pouco e a miséria é administrada à base de sangue.

           
Boa leitura!