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sábado, 20 de julho de 2019

Con-Hor - O primeiro Guardião

Olá Pessoal!

Aqui vai com exclusividade!!!!!!

Está chegando o grande momento!

A HQ  Con-Hor - O primeiro Guardião, contará a origem do  primeiro (cronologicamente falando) herói. Abaixo a capa da HQ que será lançada em Dezembro em formato digital, com arte de Lucas Moura e cores de Ingrid Fernandes.

Abraços



sábado, 31 de outubro de 2015

Cosplay e Debate na sede da ABRAHQ

Ontem, 30/11, tivemos um espetacular debate na sede da Academia Brasileira de Histórias em Quadrinhos. A mesa foi composta pelos acadêmicos Agata Desmond (Presidente da ABRAHQ), Walmir Amaral, Lipe Dias, além dos escritores e docentes da UNESA Cesar Lotufo e André Smarra.

O caloroso debate girou em torno do mercado de quadrinhos para os profissionais brasileiros. Um dos principais temas debatidos (dentre muitos) foi a necessidade da criação de estratégias para valorizar os profissionais brasileiros (roteiristas, desenhistas, etc).


Na foto, acima, temos da esquerda para a direita André Smarra, Lipe Dias, Walmir Amaral, Cesar Lotufo e Agata Desmond.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Hoje, às 18h, Cosplay e Debate na sede da ABRAHQ

Olá Pessoal!

Vale a pena lembrar que hoje (30/11) às 18h, na sede da ABRAHQ, teremos uma noite de cosplay e uma mesa redonda com os acadêmicos Agata Desmond (Presidente da Academia), Walmir Amaral e Lipe Dias. Também comporão a mesa os escritores e professores da Universidade Estácio de Sá André Smarra e César Lotufo.

A sede da ABRAHQ fica na Universidade Estácio de Sá - Campus João Uchoa, Rua do Bispo, 83 - Rio Comprido - Rio de Janeiro - RJ.

Coloque sua fantasia e compareça!


MAFALDA: FILOSOFIA, POLÍTICA E DESENCANTO


Bem, terminado o período de jabá e rasgação de seda de meu amigo André sobre meus humildes quadrinhos, voltamos com nossos posts semanais. 

Já há muito tempo que estou devendo uma postagem sobre a Mafalda, uma das personagens mais reflexivas, políticas e pessimistas dos quadrinhos.

Criada pelo argentino Quino e publicada em tirinhas de jornal entre setembro de 1964 e junho de 1973 ganhou popularidade no mundo todo pelo seu humor ácido e reflexões políticas em monólogos ou conversas com seus pais ou amigos.

Porém, embora passado mais de 40 anos da publicação da última tirinha as histórias se mantém absurdamente atuais e considerando as críticas pessimistas da personagem sobre o mundo, isso se torna muito preocupante.


Apenas para sentir o clima das histórias, dê uma olhada nessa tirada:



Para conhecer mais sobre a Mafalda indicamos esses dois endereços bem bacanas com várias tirinhas:

            http://tirasdemafalda.tumblr.com/

            Porém, se você gosta mesmo de quadrinhos, fundamental mesmo é ter toda a Mafalda numa edição bacana num lugar privilegiado na estante:



Boa leitura!

domingo, 28 de junho de 2015

Histórias em Quadrinhos e o Ensino de Matemática

Existe uma busca por práticas educativas que precisam ser implementadas na educação formal e informal, visando a contribuir para a formação de sujeitos capazes de compreender o mundo e agir nele de forma crítica, coerente, humanizadora. Essa intenção também poderia ser enunciada como a formação da capacidade de “ler e interpretar” um mundo complexo e em constante transformação, respeitando si, ao outro, a natureza e todas as espécies (SMARRA, LOTUFO E LOPES, 2014).

Dentro deste contexto, também está o Ensino de Matemática. Dentro da matemática as histórias em quadrinhos (HQs) são  utilizadas para a elaboração de questões de provas e exercícios, para contextualizar determinados conceitos, dentre outras inúmeras possibilidades.

A utilização das HQs para o ensino da matemática aproxima o aluno da disciplina, ajuda minimizar e romper os traumas matemáticos além de contextualizar o assunto através de uma linguagem de fácil entendimento para a criança.


sábado, 6 de junho de 2015

De Quadro a Quadro - Introdução à História das HQs

Termina hoje (06/06) pela manhã, o excelente curso: Quadro a Quadro - Introdução à História das HQs, ministrado pela Professora Karen Pinho, na Caixa Cultural (Almirante Barroso, 25).

Para os fãs foi uma oportunidade incrível de se enveredarem pelos detalhes do mundo das HQs. Também foi distribuída uma cartilha que viaja por vários aspectos dos quadrinhos.





sexta-feira, 5 de junho de 2015

05 de Junho - Dia Mundial do Meio Ambiente


Em 1972, na cidade de Estocolmo (Suécia), no período de 05 a 16 de junho aconteceu a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano.

Desta reunião, que contou com a presença de 113 países e mais de 400 instituições governamentais e não-governamentais, resultou um importante documento conhecido como a Declaração de Estocolomo, que conta com 26 princípios norteadores para a relação do ser humano com o meio ambiente.

Durante a Assembleia Geral das Nações Unidas de 1972, foi aprovada a proposta para a criação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente - PNUMA, com o objetivo de coordenar e acelerar as atividades de proteção ambiental dentro da ONU e de seus países membros. Foi criado um Fundo Voluntário para o Meio Ambiente e o dia 05 de junho passou a ser o Dia Mundial do Meio Ambiente.

Em nosso modesto entendimento, esta data (05 de junho) passa a ter bastante destaque no cenário internacional e precisa ser vista não como um dia para atividades ambientais e sim como um marco anual para a reflexão sobre os problemas ambientais existentes e a lesiva ação do Homem sobre o meio ambiente.

Nossa dica é um desenho da Turma da Mônica intitulado "Turma da Mônica: Um plano para Salvar o Planeta" e a leitura do gibi, também da Turma da Mônica, "Ecologia e Meio Ambiente".

quinta-feira, 4 de junho de 2015

sábado, 30 de maio de 2015

Quadrinhos na Sala de Aula Universitária: Uma Lição de Antropologia Cultural

 Cada vez mais professores, de todos os segmentos, do C.A. à  Pós-Graduação, utilizam as HQs como ferramenta de ensino. Há muitos anos que integramos o coral de colegas como Luciano Filizola, Nataniel Gomes e André Smarra, que defendem   a Nona Arte como um forte instrumento de Educação.

Assim como eles, questionamos: por quê os quadrinhos NÃO podem ser considerados uma obra de arte, já que de maneira isolada, uma pintura o é e um livro também ? Por quê quando juntamos desenhos, grafismos, ilustrações   e pinturas em quadrinhos maravilhosas com textos bem articulados, antenados com as épocas em que foram escritos, deixamos de ter uma obra de arte ? Essa visão arcaica, atrasada, conservadora e etnocêntrica do século passado ainda permanece, infelizmente, em muitas cabeças, sobretudo no Brasil, apesar do reconhecimento que as HQs ganharam nos últimos anos, junto aos artistas,escritores e educadores.

Recomendamos para os que possam se interessar, a leitura de  nossos três livros sobre Quadrinhos & Educação, tão bem organizados e editados pelo Prof.Dr. Nataniel Gomes e sua equipe, "QUADRINHOS & TRANSDISCIPLINARIDADE"; "PARA O ALTO & AVANTE" e, "GRANDES PODERES TRAZEM GRANDES RESPONSABILIDADES", a fim de que percebam como esse tema é sério e já faz parte de currículos pedagógicos e de programas de pós-graduação de várias universidades.
Enquanto professor universitário da área de Antropologia NÃO podemos deixar de trabalhar com HQs. E quando o tema é  " Etnocentrismo X Relativismo Cultural " utilizamos diversas HQs de heróis e super-heróis, clássicos ou contemporâneos, para ilustrar o tema.
                 
O Almanaque de Super-Homem do ano de 1979 é um clássico do Relativismo Cultural, e por isso mesmo tornou-se uma " Edição de Colecionador ", que aliás vale uma pequena fortuna, em língua inglesa, o que já não acontece com a edição brasileira, publicada pela saudosa EBAL, do Dr. Adolfo Aizen.

No final dos anos 1970, os EUA, enfrentaram um conflito étnico terrível, em várias cidades, sobretudo Los Angeles, envolvendo boa parte da população negra e policiais. Uma violência idescritível, com mortes e destruição por todos os lado. 

O time da DC Comics lançou, na forma de almanaque anual, o famoso álbum " A luta do século para salvar a Terra: Muhammad Ali X Superman. Um dos maiores representantes da luta negra pela paz, o famoso boxeador campeão mundial, que teve o cinturão de ouro tomado pelo governo pelo fato de ter se recusado a servir na Guerra do Vietnã, Cassius Clay ( na prisão foi convertido à Religião Muçulmana e rebatizado Muhammad Ali ), enfrentou nada menos que o " defensor da Terra ", o maior ícone do povo branco e cristão norte-americano, Superman, em um ringue interplanetário, no espaço sideral, para salvar o planeta Terra, em um combate épico, com uma platéia lotada pelas principais autoridades e personalidades daquela época. Os detalhes da luta pouco importam... O combate terminou empatado e a Terra foi salva graças à união desses dois guerreiros, um dos quadrinhos e outro de carne-e-osso. Uma lição que brancos e negros norte-americanos parecem ter esquecido. Que seja realizada    uma    nova competição étnica     pela paz no    mundo,                                    organizada pelas HQs, quem sabe, agora, promovida pela Marvel Comics ?!









domingo, 10 de maio de 2015

Associação Brasileira de Histórias em Quadrinhos - ABRAHQ

Sexta-feira tivemos a grande satisfação de entrevistar Agata Desmond que, além de Presidente da Academia Brasileira de Histórias em Quadrinhos - ABRAHQ, também é pesquisadora, escritora, roteirista, diretora e curadora do acervo de Edmundo Rodrigues. Em breve, estaremos divulgando a entrevista no blog.





sexta-feira, 3 de abril de 2015

Publicações de André Smarra e Cesar Lotufo, sobre HQs e Educação, Ganham Destaque na Universidade Estácio de Sá

Os autores deste blog (André Smarra e Cesar Lotufo) tiveram seus trabalhos, livros e palestras divulgados no informativo "COMUNIC@ÇÃO" da Universidade Estácio de Sá - Campus Nova América. Aproveitamos para agradecer todo o apoio, carinho e confiança que a Estácio tem depositado em nós!

quarta-feira, 25 de março de 2015

Quem Deseja ser Herói? A Construção da Virtude através das Histórias em Quadrinhos

Por

Ao analisar o mito do herói, Joseph Campbell percebeu que existe uma espécie de roteiro básico, criado pelas mais diferentes culturas, ao longo dos tempos, a partir dos seus universos simbólicos. Inicialmente o herói vive de forma pacata, cumprindo suas tarefas cotidianas, até que é desafiado por um problema que afetará a sua vida e de seus entes queridos. 

Nesse momento ele teme pela sua vida com a possibilidade de enfrentar o que desconhece. Aí surge seu mestre, em geral um sábio conselheiro, que irá orientá-lo em sua luta. O desafio é aceito e ele se coloca diante do inimigo mortal, numa situação onde, certamente, será derrotado. Essa é a fase superação suprema: o herói busca força em suas entranhas vitais; lembrar-se de seu juramento de devoção e consegue derrotar o inimigo, sentindo-se recompensado pela certeza do dever cumprido. 

Permanecendo no mundo dos quadrinhos, podemos retirar muitos outros exemplos de adaptação da velha receita: o juramento do primeiro Fantasma sobre o crânio do pirata que assassinou seu pai; os conselhos do Tio Ben e a promessa do Homem Aranha no combate contra o Mal; os passos éticos da tropa de Lanternas Verdes que devem ser seguidos por Hal Jordan; o nacionalismo do guerreiro Capitão América; o nunca retornar ao cotidiano normal pelo alienígena Super-Homem. 

Não devemos esquecer, contudo, que também somos heróis, de verdade, em nossos cotidianos, ao aceitarmos os desafios que a nossa própria existência nos impõe, seja no cotidiano, conscientizando pessoas; nos hospitais, salvando vidas; no tribunal do júri, promovendo justiça; no dia a dia da notícia; entregando correspondências; plantando o alimento do amanhã; apagando incêndios, e em nossas inúmeras atividades diárias. 

Não podemos renunciar às missões que nos foram confiadas, ainda que tenhamos que viver numa teia que também é entrelaçada por hipocrisia, vaidade, egoísmo e sordidez, pois essa mesma teia também é construída com amor, respeito, solidariedade, afeto, humildade, carinho, compaixão, dedicação, justiça.